Galaxy S23 Ultra e iPhone 15 Pro Max são congelados, veja o que aconteceu

celulares congelados

Em um desafio de durabilidade que vai além do convencional, o canal Tech Timmers colocou à prova dois dos smartphones mais avançados do mercado: o iPhone 15 Pro Max e o Galaxy S23 Ultra.

O experimento, que submergiu ambos os dispositivos em refrigerante de limão e os congelou por mais de treze horas, busca avaliar a resistência desses aparelhos à poeira e à água, amparados pela certificação IP68. Este artigo desvenda o desenrolar e os resultados surpreendentes deste teste.

Ambos os modelos, antes do teste, foram verificados para garantir que estavam operacionais. Submersos completamente em refrigerante de limão, foram então congelados, colocando seus limites à prova em condições extremas.

Passadas treze horas e quarenta minutos, os blocos de gelo que encapsulavam os smartphones foram cuidadosamente descongelados, antecipando os resultados deste singular experimento.

O resultado do congelamento

Ao ser ativado após o descongelamento, o Galaxy S23 Ultra ligou sem hesitação. No entanto, um alerta foi exibido, advertindo contra o carregamento convencional devido à detecção de umidade na entrada USB.

O modelo, suportando carregamento por indução, demonstrou adaptabilidade, retomando seu funcionamento normal, incluindo o uso de aplicativos e da câmera, após estar completamente seco.

s23 ultra congelado na pia

O iPhone 15 Pro Max, por outro lado, não exibiu nenhum aviso relativo à umidade após ser reativado. O dispositivo manteve-se funcional, igualmente passando por testes de aplicativos e câmera, espelhando a performance do seu rival Samsung, sem falhas aparentes.

iphone 15 pro max congelado

O experimento sublinha a robustez dos dispositivos, ambos ostentando a certificação IP68, que os protege contra imersão prolongada. O Galaxy S23 Ultra promete resistência até 1,5 metro de profundidade por até 30 minutos, enquanto o iPhone 15 Pro Max eleva a aposta, garantindo resistência até seis metros sob as mesmas condições de tempo.

Apesar da impressionante resiliência, os especialistas desaconselham a exposição de smartphones a extremos de temperatura. Componentes sensíveis, como tela e bateria, podem sofrer danos irreparáveis.

A própria Apple sugere operar o iPhone em temperaturas de 0 a 35 °C e armazená-lo entre -20 e 45 ºC, reforçando a importância de cuidados para preservar a integridade dos dispositivos.

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Matheus Miranda é jornalista especializado em tecnologia e fundador do Mobile Bit. Desde 2013, ele dedica-se a reportar as últimas novidades do universo de smartphones e dispositivos eletrônicos, oferecendo ao público análises aprofundadas e cobertura atualizada dos principais desenvolvimentos do setor.